quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Se for este o meu caminho o destino irá abrir as portas que se fecharam sem motivo...por isso confio e espero na serenidade de aceitar... aquilo que acontecer é o melhor para o meu seu...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Pouso o olhar para melhor sentir o pulsar dos horizontes cruzados, num fogo que queima...arde...e não mata a sede...
A vida é uma ilusão constante...nada se programa...nada se defini...vivemos na ilusão de que podemos agendar e controlar a vida mas é ela que nos controla que nos obriga a aceitar caminhos...horas e dias que mudam...tudo se altera quando menos se espera!
(inspirado em tanta coisa diversa num só dia disperso no caminho vida)

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Neste silêncio da noite a luz abre-se em lampejos claros de reflexões que brotam do coração em confronto com a razão...há tanto dentro da noite...há tanto dentro do silêncio...que apenas fico no sabor de os abraçar em pleno...de alma aberta ao puro luar cristalino da consciência nos alicerces conseguidos num todo...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015


Nos caminhos encontramos entre pedras sementes que levam o destino em asas de partilha...apesar dos ventos confiar que tudo tem uma prepósito é o alicerce para continuar a construção num todo…

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015


A intenção tem como fio condutor o recetor...por isso não há desígnio feito no (de)feito que o observa…

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Percorro as solitárias entregas num ponto de partida onde me ausento para sentir mais que palavras...volto ao topo dos sonhos sem ambição num caminho de poeira a deixar marcado o legado das palavras que não escrevo...sinto!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Pior que perder uma "guerra" é desistir no campo de batalha...mas por vezes os caminhos de ilusão não deixam outras escolha...antes desistir que morrer em lágrimas num deserto árido...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Entre pedaços de chuva e solavancos do vento nasce a semente que a terra agarrou na força íntima com a coragem de prosperar...sem vaidade ou inverdades!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Onde anda a poesia das palavras com vida? Será que ficou esquecida na arte de bem elaborar letras de encanto para o mundo celebrar...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Na luz do tempo tudo toma o seu rumo quando alma não se deixa ficar nas sombras da dúvida...avança na incerteza tendo a mente na clareza dos dias em busca de caminhos que alimentam o destino num todo!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A maior ilusão do poeta é acreditar que união rima com mão...a mão que no mundo poético é utopia sem metáfora!

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Queria mudar o rumo da inspiração mas o coração não deixa...todos os impulsos dos dedos soltam-se do íntimo sem segredos, nem medo de mostrar o quanto as emoções são dentro das palavras!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Quem não sabe receber não é inteiro...para se receber há que olhar para lá do âmago...
Afunda-te nos meus olhos, sentirás as motivações que pulsam no coração...ou nunca entenderás a imensidão que vibra na razão de tanto pensar!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Almas cegas!

Não, não!
Já não entendo o senão
deste mundo,
tudo o que é banal

parece o apogeu!

Quando há genuína entrega
todos ficam cegos
(olham com o íntimo)
não entendem os atos…

Fico estupefacta!

Onde andam os solidários humanos?

Almas cegas!

Não, não pertenço 
a este mundo
que não entende gestos…

Procuro em mil tempos
concluo;
nem os ventos refrescam 
a desilusão, de observar
um mundo em contradição!
 
O tempo passa e não perdoa as esperas...mais importante que esperar é avançar mesmo com o coração a lampejar inquietudes...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Deixa acontecer natural(mente)...somos a essência da vida ...deixemos a suavidade do âmago domar o destino...despreocupada(mente)...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015


Sufocam-me as palavras e os silêncios...entre muros com ecos estonteantes no meio de uma tempestade que parece interminável...sacodem-se em mim murros de ventos…mergulho a alma no chão de água para refrescar o pensamento que grita abandonos permanentes…