quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Almas cegas!

Não, não!
Já não entendo o senão
deste mundo,
tudo o que é banal

parece o apogeu!

Quando há genuína entrega
todos ficam cegos
(olham com o íntimo)
não entendem os atos…

Fico estupefacta!

Onde andam os solidários humanos?

Almas cegas!

Não, não pertenço 
a este mundo
que não entende gestos…

Procuro em mil tempos
concluo;
nem os ventos refrescam 
a desilusão, de observar
um mundo em contradição!
 

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