domingo, 9 de dezembro de 2012

Remei num rio de águas turvas...num Inverno de chuva escura...o rasto dos remos eram rosas em pétalas desfolhadas da minha ilusão que o tempo não apagou nem a memória a libertou...desci o rio ao encontro do cais na âncora viva que me aguarda sempre numa das margens!

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