quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


O poeta é um misto de sonho e realidade, é sonho a pulsar nas veias, a saudade a mostrar outra realidade.
As palavras a fazerem eco nas veias em chamas lavradas de emoção...entregues pela comoção de um sorriso salgado com uma lágrima doce a cavalgar desordenada!
Aos doutos tudo isto é ridículo num excêntrico sentir sem sentido nos cálculos aritméticos onde o mundo se passeia…com os pés na areia num corpo salgado onde as utopias são cadeias sem uma ponta de liberdade.

 [Memórias da (in)certeza]




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