quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012


Venho da morada ali ao lado cansada de a ver mudar…andam em voltas frenéticas…movimentam-se com disfarces elaborados…tudo é tão igual que apenas me espanta a forma formal com que crêem na mentira como se verdade fosse só porque é a voz própria que a declara…a beleza é profunda mas só é vislumbrada quando é fecunda nas terras do prado…os estrados humanos desfazem a real pureza de um jardim aromatizado!



[Memórias da (in)certeza]

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