sábado, 3 de novembro de 2012

Impregnado de ruídos o silêncio esvazia-se para caminhar na serenidade onde sabe calcular os actos com gestos suaves de ternura...abraçar as palavras numa loucura sana onde os poemas fermentam numa libertação audaz do pensamento...inquieto por natureza...imperfeito na poesia desconectada dos perfeitos!
 

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